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A Câmara Municipal de Angra do Heroísmo assinala a 8 de setembro, o Dia da Solidariedade das Cidades Património Mundial, instituído pela Organização das Cidades Património Mundial, que este ano tem como t...

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Angra assinala Dia da Solidariedade das Cidades Património Mundial

Publicado por: Vitec
2015/09/03 02:31:53
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A Câmara Municipal de Angra do Heroísmo assinala a 8 de setembro, o Dia da Solidariedade das Cidades Património Mundial, instituído pela Organização das Cidades Património Mundial, que este ano tem como tema “ Artesanato Local e Poluição Visual”.

O programa promovido pelo município é dirigido a utentes de instituições de cariz social, participando desta feita o Centro Comunitário da Terra Chã e tem início às 9h30 com uma visita à Azulart (Atelier de Cerâmica), seguida de uma visita à Fábrica do Queijo Vaquinha às 10h30, terminando às 11h30 com uma visita à Olaria de São Bento.

“O Município assinala o Dia da Solidariedade das Cidades Património Mundial, através deste programa de atividades que proporciona o acesso a utentes das associações de cariz social, a diferentes tipos de produção artesanal de Angra do Heroísmo, contribuindo assim ativamente para que estes tenham uma oportunidade de perceber os processos de fabrico de diversos tipos de produto com os quais tem contacto no dia a dia”, frisou a vereadora da Cultura de Angra do Heroísmo. 


Raquel Caetano Ferreira considera que a diversidade cultural terceirense reflete-se também no seu artesanato que resulta da técnica empregada pelo artista-artesão e da influência do meio, sendo importante apostar na sua divulgação.

 

Ao longo desta visita a variedade de produtos apresentados resulta da utilização de inúmeras técnicas, influenciados pela vocação artesanal e artística dos artesãos e pela disponibilidade de matéria prima da nossa ilha, que, neste caso, é visível pelo uso da cerâmica, do barro e do leite, utilizado para a produção de um produto de valor acrescentado, valorizando assim o setor leiteiro da Terceira.

Estes materiais ao serem trabalhados por artesãos como Ricardo Simas, José Cota e Maria Aurélia, tornam-se produtos culturais, que se prestam a múltiplo uso, transformando-se em objetos e produtos que não só são o resultado da expressão do homem mas que também aliam um enorme valor cultural à utilidade do dia a dia.

“Além de materializar a alma da cultura terceirense, o artesanato local tem vindo a crescer em alguns setores, na Ilha Terceira, e tem-se apresentando como um valor turístico para a ilha, sendo importante contribuir para a visibilidade do artesanato terceirense através de iniciativas como esta”, sublinhou a vereadora municipal. 

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