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O vice-presidente do Governo dos Açores salientou o facto de o salário mínimo regional “aumentar para 556,50 euros já a partir deste mês de janeiro”, um valor que é 26,50 euros superior ao nacional, frisando que os Açorianos abrangidos vão beneficiar d...

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Salário mínimo regional aumentou para 556,50 euros

Publicado por: Vitec
2016/01/08 21:45:31

 

O vice-presidente do Governo dos Açores salientou o facto de o salário mínimo regional “aumentar para 556,50 euros já a partir deste mês de janeiro”, um valor que é 26,50 euros superior ao nacional, frisando que os Açorianos abrangidos vão beneficiar de “um aumento de 367,50 euros por ano”.

Sérgio Ávila acrescentou que o salário mínimo regional registou um aumento de 26,25 euros relativamente ao que vigorou até agora.

“Este aumento, que corresponde a mais 367 euros por ano, representa um incremento com muito impacto do ponto de vista do rendimento do trabalho”, sublinhou, acrescentando haver ainda outras componentes de acréscimo a ter em consideração.

 

A conjugação do aumento do salário mínimo regional para 556,50 euros com a redução do imposto sobre o trabalho e a reposição dos vencimentos resultará, ao longo de 2016, num aumento muito significativo do rendimento do trabalho dos Açorianos, segundo o vice-presidente do Governo.

Sérgio Ávila realçou que vai ocorrer “uma redução muito significativa, nos próximos meses, em termos do IRS, através da redução da sobretaxa que era aplicada aos rendimentos do trabalho”.

O vice-presidente do Governo recordou também que ocorrerá “uma anulação progressiva, ao longo do ano, dos cortes que ainda havia sobre os vencimentos dos funcionários públicos, de forma que seja reposto integralmente o seu vencimento no final deste ano”.

 

Para Sérgio Ávila, o ano de 2016 será, por isso, “marcado por um aumento bastante significativo do rendimento do trabalho que irá, com certeza, refletir-se positivamente”.

O vice-presidente do Governo espera que esses reflexos positivos no "rendimento disponível das famílias” se façam sentir, particularmente, “no incremento do consumo interno e, por essa via, na dinamização da atividade económica”.

 

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