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Importa conhecer os riscos associados ao uso da praia, que constitui uma fronteira entre terra firme e o mar agitado.

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Deriva litoral: ondas obliquas que podem ser perigosas

Publicado por: Vitec
2017/08/11 16:29:16
Foto / Autoridade Marítima
Foto / Autoridade Marítima

 O sol, as férias e as crianças levam-nos à praia. No entanto, importa conhecer os riscos associados ao uso desta margem, que constitui uma fronteira entre terra firme e o mar agitado.

 

A chegada à praia é frequentemente acompanhada com informação da temperatura do ar, da água e das horas da maré. Mas é importante ter em atenção outras informações que lhe podem ser transmitidas, tanto pelos nadadores salvadores como pela sua própria observação do mar.

 

Existem três processos oceanográficos que ocorrem à beira-mar e que podem constituir perigo para o banhista. São eles: a rebentação das ondas, a corrente de deriva litoral e os agueiros.

 

As ondas chegam à costa com diferentes alturas e rebentam junto à praia com diferentes formas, dependendo do declive da beira-mar. Praias com declives mais acentuados originam uma rebentação mais forte e perigosa. Quando a altura da onda é grande e o declive da beira-mar é forte, as ondas colapsam diretamente na face da praia e originam um escoamento de retorno capaz de derrubar as crianças e as pessoas mais idosas, arrastando-as de volta para o mar.

 

Por outro lado, quando as ondas chegam à praia orientadas de forma obliqua à linha de costa, forma-se uma corrente ao longo da praia capaz de deslocar um banhista distraído algumas dezenas de metros. Apesar de não constituir um perigo à segurança de cada um, pode desorientar as crianças, que ao saírem da água, após um banho mais prolongado, não encontram o seu chapéu de sol, ou familiares. A esta corrente chamamos de deriva litoral e é mais forte quanto maior for a ondulação, mais obliqua for a sua chegada e mais intenso estiver o vento.

 

Foto / Autoridade Marítima

 

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