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O ministro da Defesa Nacional espera que o Centro para a Defesa do Atlântico na ilha Terceira, nos Açores, “veja a luz do dia antes do final do ano”. A previsão foi feita por João Cravinho numa conferência no Centro de Estudos Estratégicos e Internacio...

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Ministro espera que Centro para a Defesa do Atlântico veja “luz do dia” ainda este ano

Publicado por: VITEC
2019/06/15 17:44:51
Foto/ Vitec
Foto/ Vitec

O ministro da Defesa Nacional espera que o Centro para a Defesa do Atlântico na ilha Terceira, nos Açores, “veja a luz do dia antes do final do ano”.

A previsão foi feita por João Cravinho numa conferência no Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, em Washington, onde foi convidado a falar sobre os desafios da NATO e da União Europeia em matéria de defesa e segurança.

O ministro português explicou aos convidados do ‘think tank’ que esta ideia de usar instalações da Base das Lajes, onde os EUA ainda têm presença militar, visa, entre outros objetivos, promover uma capacidade marítima de segurança para os países do golfo da Guiné.

O responsável pela pasta da Defesa, exemplificou que, “em 2018, 40% dos incidentes de pirataria em todo o mundo tiveram lugar no Golfo da Guiné” e que os números do primeiro trimestre do ano apontam que “a percentagem está a aumentar”.

 

A zona é uma rota importante no comércio mundial, argumentou, e os países da região “estão a enfrentar grandes dificuldades em controlar as suas águas”.

É um problema, disse, que necessita de “uma aproximação regional”, em que este comando pretende ajudar a responder, e para o qual se espera ter apoios por parte de outros países, como Estados Unidos.

 

Em 26 de abril de 2018, o Governo português aprovou uma resolução que autoriza a criação do Centro para a Defesa do Atlântico na Ilha Terceira, nos Açores, focado “no domínio da segurança marítima, mas igualmente com um alcance nos domínios terrestre, aéreo e da ciberdefesa”.

A ideia com a implementação do centro é “colmatar lacunas existentes no espaço Atlântico e contribuir para o reforço da afirmação de Portugal como produtor de segurança” junto de instituições como a União Europeia, a ONU, a NATO, aliados como os EUA e da comunidade internacional em geral.

 

Fonte/ jornalacores9 / Vitec

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